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Seven Fountains Farm, Makhanda

A Seven Fountains Farm fica mesmo junto à N2, a cerca de 25 km de Makhanda e a 90 km de Gqeberha, o que a torna uma paragem natural para quem atravessa o Cabo Oriental em viagem autónoma. Oito unidades em edifícios da quinta com três séculos, incluindo casas de self-catering para até seis pessoas, respondem a tudo, desde uma noite de casal a uma reserva de grupo completo. O restaurante funciona de quarta-feira a domingo, a piscina aquecida está reservada aos hóspedes com dormida e a energia solar de reserva mantém a quinta a funcionar durante os cortes.

  • Tipohotel
  • LocalizaçãoMakhanda, Cabo Oriental

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Ideal para

A Seven Fountains Farm fica mesmo junto à N2, a cerca de 25 quilómetros de Makhanda, do lado de Gqeberha, o que a torna uma paragem óbvia para quem percorre o longo troço entre a Garden Route e a Wild Coast e prefere não seguir diretamente até à cidade. Convém a quem viaja de carro próprio e prefere interromper um dia de muitas horas ao volante com uma boa refeição e uma noite entre edifícios agrícolas com três séculos, em vez de chegar a uma cidade costeira depois de anoitecer, e serve igualmente bem uma família ou um grupo de amigos que reserve a propriedade inteira, uma vez que as oito unidades da quinta acomodam, no conjunto, até vinte e dois hóspedes. Não é uma base para quem pretenda ir a pé até ao centro de Makhanda todos os dias; trata-se de uma viagem de carro, e não de um passeio a pé.

Localização e enquadramento

As indicações da própria quinta são admiravelmente concretas: sair da N2 em frente à propriedade e percorrer dois quilómetros até lá chegar, algo que qualquer condutor que atravesse o Cabo Oriental entre a costa e o interior reconhecerá como normal neste troço de estrada. Gqeberha fica a cerca de noventa quilómetros numa direção e Makhanda a vinte e cinco na outra, o que coloca a quinta aproximadamente a um terço do último troço até à cidade para quem vem do oeste. Os edifícios datam de há três séculos e estão inseridos num jardim que se abre sobre o veld aberto, com montanhas distantes ao fundo, um cenário muito diferente das escolas e das ruas que marcam a maior parte do alojamento de Makhanda.

Quartos e estilo de alojamento

Oito unidades independentes cobrem uma vasta gama de dimensões de grupo: quatro Stoep Rooms para dois hóspedes cada, um estúdio em The Barn (a estrutura mais antiga da propriedade, que remonta a 1717) para mais dois e três opções de self-catering maiores — o Cottage para dois, o apartamento Homestead para quatro e o apartamento Farmhouse para até seis — destinadas a famílias ou grupos que pretendam cozinha e zona de estar próprias. Os edifícios centenários conservam muralhas originais do antigo forte, ainda de pé desde os primeiros tempos da quinta, e os terrenos incluem uma roseira com 250 anos e uma laranjeira com 130 anos, plantações de valor patrimonial anteriores à atual utilização da quinta para receber hóspedes. Os quartos dos edifícios principais dispõem de casa de banho privativa, Wi-Fi e roupa de cama em algodão francês, sem um acabamento rústico generalizado.

Instalações e experiência no local

Uma piscina aquecida está reservada aos hóspedes que pernoitam e não aos visitantes que apenas param para almoçar, uma distinção importante para quem hesita entre uma paragem rápida e uma noite completa. Há observação de aves e percursos pedestres sinalizados nos terrenos da própria quinta, uma zona de brincadeira para crianças que alivia as viagens longas com os mais pequenos e instalações para braai ao dispor de quem se alberga em regime de self-catering no Homestead ou no Farmhouse. A quinta produz a sua própria energia solar, com inversor e baterias de reserva, precisamente para manter a iluminação e a cozinha a funcionar durante os cortes de eletricidade (load-shedding), um pormenor que importa mais numa quinta a 25 quilómetros da cidade do que dentro de Makhanda. Os animais de estimação são aceites mediante acordo prévio, o que é útil para a família que viaja de carro com um cão e não quer deixá-lo numa pensão canina.

Refeições

O restaurante da propriedade, instalado num dos edifícios originais com trezentos anos e com capacidade para até quarenta pessoas, serve almoço e jantar de quarta-feira a domingo, com horário alargado para quem pernoita, e a sua cozinha privilegia os produtos das quintas vizinhas e dos próprios terrenos, em vez de uma ementa impressa padronizada e trazida de fora. Os hóspedes em regime de self-catering no Cottage, no Homestead ou no Farmhouse dispõem de cozinhas totalmente equipadas e podem dispensar por completo o restaurante, se assim o entenderem; todos os outros têm pequeno-almoço diário incluído, com almoço e jantar disponíveis a pedido fora dos dias normais de funcionamento do restaurante. Quem planeie uma paragem numa segunda ou terça-feira à noite deve verificar o que realmente está a funcionar na cozinha nessa noite.

Como chegar e deslocações

O acesso direto à N2 é a grande razão de ser da localização: a saída fica claramente em frente à quinta e a estrada de acesso, com dois quilómetros, é curta o suficiente para não parecer um desvio num dia de longa viagem. Da quinta, Makhanda fica a vinte e cinco quilómetros, para quem quiser conhecer as escolas, a universidade e os museus que ancoram o restante alojamento de Makhanda, e o aeroporto e os serviços urbanos de Gqeberha ficam a cerca de noventa quilómetros na direção oposta. Nenhuma ligação de transportes públicos altera este cenário; é praticamente indispensável dispor de viatura própria, o que condiz com o público a que a quinta se destina.

O que fazer nas proximidades

Os percursos pedestres e a vida de aves da própria quinta ocupam bem meio dia sem sair da propriedade, e as vistas do veld sobre as montanhas distantes compensam um passeio matinal antes de retomar a estrada. A própria Makhanda, a vinte e cinco quilómetros, acrescenta a cidade que acolhe o National Arts Festival, os seus museus e o seu casario vitoriano, para quem ficar mais do que uma noite. Quem seguir para a costa pode chegar a Port Alfred ou a Kenton-on-Sea em cerca de uma hora, para uma tarde de praia antes de retomar a estrada para leste ou para oeste.

Pontos menos favoráveis, com franqueza

  • O restaurante encerra à segunda e à terça-feira. Quem viaja de carro e pretenda fazer a paragem no início da semana deve contar com as cozinhas de self-catering ou com um cesto de piquenique, em vez da sala de refeições.
  • Vinte e cinco quilómetros até Makhanda é uma viagem de carro, não um passeio a pé. Quem quiser estar todos os dias dentro da cidade, perto das escolas ou da universidade, deve antes considerar alojamento na própria Makhanda.
  • A piscina é exclusiva para hóspedes que pernoitam. Quem pare apenas para almoçar na N2 não deve contar com a sua utilização.

Nada disto prejudica a verdadeira função da quinta como paragem de viagem e base para grupos. Só tem peso para quem a tenha confundido com alojamento no centro de Makhanda.

Antes de reservar

Se a viagem depende do restaurante, convém confrontar o dia da semana da chegada com o seu horário de quarta-feira a domingo antes de fixar uma noite. Os grupos que desejem a quinta só para si devem perguntar diretamente sobre a reserva das oito unidades em conjunto, em vez de presumirem que os quartos individuais ficam bloqueados em bloco. Quem viaje com um animal de estimação deve confirmar o acordo com antecedência, em vez de aparecer e perguntar na receção.

Comparação com outras opções

Para um ambiente semelhante, de quinta em funcionamento e mais perto da cidade, African Safari Lodge fica a dezassete quilómetros de Makhanda, numa reserva de caça privada e não numa quinta agrícola, trocando os edifícios patrimoniais da Seven Fountains por safaris de observação de animais e frente de rio. Quem preferir ficar dentro de Makhanda, em vez de interromper a viagem fora da cidade, deve consultar diretamente o alojamento no centro de Makhanda. A vantagem da Seven Fountains sobre ambas é o acesso direto à N2, que nem uma casa de hóspedes no centro nem uma reserva a que se chega por uma estrada secundária mais longa podem oferecer a quem viaja com pressa.

Explorar a região

A quinta situa-se quase exatamente entre Gqeberha, a noventa quilómetros para oeste, e Makhanda, a vinte e cinco quilómetros para leste, o que a torna um verdadeiro ponto intermédio numa viagem de carro mais longa pelo Cabo Oriental, e não um destino por si só. A partir de Makhanda, as localidades costeiras de Port Alfred e Kenton-on-Sea prolongam a viagem até ao mar, e o vasto Cabo Oriental estende-se da Garden Route, a oeste, até à Wild Coast, para lá de Makhanda, a leste.

Preços e disponibilidade atuais

Como grande parte da atividade da Seven Fountains provém de viajantes de passagem, com um calendário de viagem fixo, os quartos e os serviços de fim de semana do restaurante esgotam em torno de fins de semana prolongados e de férias escolares, e não em função de um único evento anual, como pode suceder com uma casa de hóspedes no centro da cidade durante o Arts Festival. Os grupos que pretendam as oito unidades em conjunto precisam de muito mais antecedência do que quem reserva um único Stoep Room para uma noite. Com uma gama tão vasta de tipos de unidade e de dimensões de grupo numa só propriedade, confirmar diretamente que combinação está livre nas suas datas é um passo mais fiável do que presumir disponibilidade geral só pela dimensão da quinta.

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